terça-feira, julho 10, 2007

Exercicio 10

Numa prova de 50m livres com placas eletrónicas:

Juiz de chegadas:
1º - pista 5
2º - pista 3
3º - pista 4

Cronometristas:
pista 5: 27:42
pista 3: 27:45
pista 4: 27:50

Tempos de placa:
pista 5: 27:90
pista 3: 27:60
pista 4: 27:65

Tempos de backup:
pista 5: ------
pista 3: 27:58
pista 4: 27:73

Após o final da prova o delegado dirigiu-se ao JA alegando que a atleta da pista 5 tinha chegado em primeiro lugar mas que tinha aparecido nos placares em terceiro lugar.

Qual é a classificação das atletas e os seus respectivos tempos?

Um ano depois...

Quando ocorreu a razão para voltar a escrever neste blog não fazia a ideia de que este canto está parado à um ano!

Aos leitores, não esperem um arranque fulgurante mas esperamos não ficar tanto tempo sem escrever.

A todos os juizes que não conhecem este canto aconselho-vos a ler os posts, existe aqui um conjunto de exercicios, perguntas e respostas que será certamente útil.

terça-feira, novembro 07, 2006

Novos Corpos Sociais ANDS

Realizou-se no dia 28 de Outubro eleições para os corpos sociais da ANDS, desejo felicidades aos que saiem principalmente ao presidente da direcção Carlos Gonçalves e ao presidente do conselho de arbitragem Lino Lourenço e que tivemos sempre uma relação de cordialidade e amizade mesmo quando não estavamos de acordo.

E desejar também um bom trabalho para os que tomam posse no próximo dia 12, muito especialmente ao conselho de arbitragem que me parece muito bem entregue.

Bom Trabalho.

segunda-feira, novembro 06, 2006

Balanço das Águas Abertas

Com a época de piscina a começar e a temporada de águas abertas terminada, venho fazer um balanço da mesma.

Este ano tive a felicidade de participar em 4 provas, Sines, Challenge e na taça do Mundo em Setúbal como árbitro e nos templários como nadador.

E o balanço que faço até é positivo, as travessias continuam a ser um lugar de convívio e com o ambiente bastante agradável.

Nos templários tive oportunidade de gozar mais deste ambiente já que estava livre do frenesim da organização da prova.

Em relação à arbitragem destas provas para mim foi o ano zero, ou seja foi um ano de aprendizagem, e não foi só pelo curso de Águas Abertas que tivemos, mas principalmente porque este ano estive atento a mais pormemores que me escapavam.

No entanto as coisas até correram bastante bem nas provas em que participei, mas há pontos a melhorar.

Para além das questões de segurança que essas deixo para a organização mas deverão ser sempre uma prioridade nestas provas, compreendo que não é fácil arranjar os barcos desejados.

Mas em relação a arbitragem, há dois pontos fundamentais nestas provas, a chegada e o percurso. Em relação ao percurso deve ter o comprimento que vem no regulamento pelo menos um valor aproximado (porque não usar ferramentas como o Google Earth e GPS); outra questão com percurso é a sua profundidade é fundamental que tenha aproximadamente os 90 cm.

A questão da chegada é fundamental para o sucesso da prova, para além do funil a meta deve ser clara para os nadadores e para os juizes. Também é importante que a posição dos juizes permita estabelecer uma ordem de chegada de uma forma fácil e ordeira. Uma meta como havia na prova da taça do mundo penso que é a ideal.

A meta dos templários pecava por não ser clara, embora permita facilmente estabelecer um ordem de chegada, no caso do challenge era a possível confusão gerada após a chegada que complicava as coisas, quando chegam 3 ou 4 de cada vez as coisas são simples mas quando chegam 10 já se complica.

Todos nós gostariamos de ter nas nossas provas sistemas semi-automáticos de cronometragem, mas não me parece possivel numa prova como challenge com 400 nadadores, que tenhamos 800 transponders, ou até mesmo 200 se considerarmos apenas as que contam para circuito nacional (espero que esteja enganado).


Concluindo penso que o balanço das provas que participei foi bastante positivo, ambientes extraordinários só espero que esta modalidade continue a ganhar força não perdendo o cariz popular, mas que outros nadadores também comecem encarar as águas abertas não como uma modalidade de férias da natação pura, mas para isso seria necessário alargar o calendário.

terça-feira, agosto 01, 2006

Exercicio 9

Aqui vai mais um exercicio sobre algo não muito comum (pelo menos para os meus lados).

Em que situações se efectua o denominado "swim off" ou desempate?

E possível que este desempate mesmo sendo necessário não se efectue? Porquê?

Orientações da LEN - Pernada de mariposa em bruços

A pernada de mariposa no inicio e após as viragens no estilo de bruços foi legalizada no inicio da época e foi também ela alvo de algumas orientações por parte da LEN.

Segundo a regulamentação, o estilo é contituido por uma braçada seguido de uma pernada. A pernada de mariposa só é permitida durante a execução da braçada submarina. Ou seja, não é permitido que o atleta execute o batimento de pernas mariposa antes de iniciar o movimento dos braços.

Regras da fina referentes a este estilo.

segunda-feira, julho 31, 2006

Orientações da LEN - Viragens de Costas

Nesta época, a regra na viragem de costas deixou de mencionar o batimento de pernas e o "movimento continuo de viragem".
Perante esta alteração as orientações que tinhamos era que se o atleta se virasse a 10m da parede e viesse desde aí até à parede não seria desqualificado desde que não executasse nenhum movimento de braços àlem dos regulamentados.
No entanto, segundo as orientações da LEN, trata-se de uma prova de costas e por isso o atleta não poderá nadar na posição ventral.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Cronometragem Manual Vs Electrónica

Sem dúvida que a cronometrágem automática é muito melhor do que a semi automática e manual.
Mas a comparação entre o tempo manual/semi automático é sempre inevitável...

Deixo-vos algumas questões para discutir-mos...

Um bom tempo manual deve ser superior ou inferior ao automático?

Um bom tempo manual tem capacidade de ser mais ou menos preciso que o semi-automático? (vamos assumir que o tempo de placa é perfeito)

Qual é a vossa opinião?

domingo, fevereiro 05, 2006

Exercício 8

Mais um exercicio, desta vez que nos enviaram por email. Desde já o nosso muito obrigado.

Numa serie de 100m costas masculinos,o atleta da pista 3 ao efectuar a viragem nos 25m,foi para à pista 4.O atleta da pista 4 ao ser atropelado parou perdendo a posição de costas.O atleta que pertencia à pista 3 nada notou e continuou a nadar. O juiz que estava nas viragens nas pistas 3 e 4 fez sinal ao nadador (k foi atropelado),para continuar a nadar.Assim continuaram os 2 atletas na pista 4.
Na viragem dos 75m,a juiz baixou-se tocou na cabeça do atleta que cometeu a infração e empurrou-o para a sua pista.(este atleta nunca deu por nada e ficou a olhar).
Agora já esta cada um na sua pista e chegaram ao final dos 100m nas suas
devidas pistas.

Perante esta situação o que deve fazer o JA?

sábado, fevereiro 04, 2006

Resolução do exercicio 7

Este exercicio serviu para salientar a forma como um juiz de partidas pode reagir a uma situação deste tipo.

Situação 1:
Esta reacção do juiz de partidas (JP) é legal.
Todos os atletas que tenham caido à água devem ser desqualificados da prova.

Situação 2:
Esta reacção do JP é ilegal.
Caso aconteça o JA deverá interpretar o acto como um erro de arbitragem e a prova deverá ser repetida com todos os atletas.

Situação 3:
Esta reacção do JP é legal e é a mais comum de acontecer.
Neste caso só o primeiro atleta deve ser desqualificado. JP deve desqualificar todos os atletas que se movam antes de ser dada a partida, ou seja, se o outros 2 se movessem antes da partida eram igualmente desqualificados.

sábado, janeiro 21, 2006

Exercicio 7

Das situações seguintes quais as que são regulamentadas (legais)? O que deve fazer o JA em cada uma das situações?

Situação 1:
Após a voz de "Aos seus lugares" pelo Juiz de partidas (JP) um atleta cai à agua e dois deles caiem com ele. O Juiz de partidas não dá o sinal de partida nem de falsa partida.

Situação 2:
Após a voz de "Aos seus lugares" pelo JP um atleta cai à agua e dois deles caiem com ele. O Juiz de partidas dá a partida no momento em que o primeiro cai e assinala imediatamente o sinal de falsa-partida.

Situação 3:
Após a voz de "Aos seus lugares" pelo JP um atleta cai à agua e dois deles caiem com ele. O Juiz de partidas dá a partida no momento em que o primeiro cai mas antes dos restantes de moverem.

terça-feira, janeiro 10, 2006

Curso elementar de juizes de natação pura

O próximo curso de juizes de natação pura da ANDS vai acontecer no próximo fim de semana em Tomar.

Todos os interessados em ministrar este curso devem contactar a ANDS. Mais detalhes acerca deste curso estão disponíveis no site da associação.

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Resposta ao exercicio 6

Este exercicio é tão simples, no entanto as pessoas que responderam às perguntas complicaram aquilo que era muito simples!

A resposta é simplesmente "nada" para ambas as perguntas uma vez que no estilo de bruços não está regulamentado a distância máxima a percorrer debaixo de água.

Relativamente às perguntas que coloquei no comentário:

1- A cabeça precisa de ser a primeira parte do corpo a romper a superficie da água?
R: Não, a regra SW 7.4 não diz que tem de ser a primeira parte do corpo a romper a superficie da água.

2- O atleta deve ser desqualificado se os braços romperem a superficie da água após os 15m?
R: Não

3- Segundo um anónimo, é permitido ultrapassar os 15m. Assumindo que a afirmação é verdade (não estou a dizer que é) qual é a razão para tal permissão?
R: A razão está descrita correctamente pelo Juiz_J e a regra que a define é também a SW 7.4

SW 7.4 Durante cada ciclo completo, qualquer parte da cabeça do nadador deve
romper a superfície da água. Após a partida e após cada viragem, o nadador pode
fazer uma braçada completamente para trás até às pernas. A cabeça deve romper a
superfície da água antes das mãos se voltarem para dentro na parte mais larga da
segunda braçada. Enquanto o nadador está completamente submerso, é permitida
uma pernada de golfinho, de cima para baixo, seguida de uma pernada de bruços.
Depois disto, todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo
plano horizontal sem movimentos alternados.

sexta-feira, dezembro 30, 2005

Exercicio 6

Aqui vai o último exercício do ano! Foi retirado de um exame da FPN mas é simples...

Numa prova de 100B, após a viragem dos 50m, o atleta rompe a superficie da água com as mãos após os 15m.

O que deve fazer o Juíz de Estilos?

O que deve fazer o JA?

Cumprimentos

Luis Sardinha

quinta-feira, dezembro 29, 2005

Resposta ao exercicio 5

Aqui vai a resposta correcta ao exercicio 5. Como o Pedro está de férias fui incubido de responder eu. :)

Regras da FINA:
SW 13.3 O tempo oficial será estabelecido como se segue:
(...)
SW 13.3.2 O tempo oficial para todos os nadadores que não tiverem tempo da Aparelhagem Automática será o tempo manual dos três cronómetros ou da Aparelhagem Semi-Automática.

Ou seja, o tempo oficial de cada atleta deverá ser o da placa electrónica, e em segundo lugar dos 3 cronometristas ou da aparelhagem semi-automática. Como existem 3 cronometristas o tempo destes é oficial.

Voltemos às regras...

SW 11.3.1 Se dois dos três cronómetros registarem o mesmo tempo, diferente do
terceiro, os dois tempos iguais são o tempo oficial.
SW 11.3.2 Se os três tempos forem diferentes, o tempo oficial será o do cronómetro
que registar o tempo intermédio.
SW 11.3.3 Quando se utilizam três cronómetros e um deles não funcionar, o tempo
oficial será a média dos outros dois.

Com estas três regras ficamos a saber que o tempo oficial é o tempo que se encontra no meio, ou seja: 1:08:61
Como estamos numa prova com 3 cronometristas todos os outros tempos são oficiais e não podem ser alterados de modo a respeitar a chegada do juiz de chegadas.

Resultado Final
1º Pista 4 - Tempo: 1:08:55
2º Pista 6 - Tempo:
1:08:61

E no caso de apenas existir 1 cronometrista por pista e o atleta da pista 6 tem o tempo de
1:08:73?

Para este caso as regras dizem que...


SW 2.1.3 Quando actuarem Juízes de Chegadas e não houver três (3) tempos de

cronómetros digitais, o Juíz-Árbitro estabelecerá a classificação sempre que
necessário. A Aparelhagem Automática, no caso de existir e estar operacional, deverá
ser consultada conforme a SW 13

Esta regra, quando não existe placas, permite ao Juíz-Árbitro alterar os tempos de modo a que estes estejam de acordo com a chegada verificada pelo Juiz de Chegadas (que tem prioridade nestes casos).

Assim, os resultados oficiais são os seguintes:

Resultado Final
1º Pista 6 - Tempo: 1:08:64
2º Pista 4 - Tempo:
1:08:64


A ordem de chegada está de acordo com o Juiz de chegadas, e quanto aos tempos, foi dado a ambos o tempo intermédio entre os dois.

Um bom ano para todos.

Luis Sardinha

quarta-feira, dezembro 21, 2005

Feliz Natal!



O "natação sem cartão" deseja-vos a todos um Feliz Natal e que 2006 vos traga a concretização dos vossos sonhos!

Boas festas! :)

quarta-feira, dezembro 14, 2005

Alterações às Regras da FINA (2005-2009)

Chegou até nós um documento bastante esclarecedor sobre as novas regras e com a respectiva autorização do autor decidimos publicar, desde já o nosso agradecimento ao autor.

O documento contém as regras que sofreram alterações, a azul e itálico está o que foi retirado das antigas regras, a verde está a interpretação da regra, a negrito está o que foi adicionado.

SW 2.3 JUIZ DE PARTIDAS

SW 2.3.2 O Juiz de Partidas participará ao Juiz-Árbitro de todo o nadador que demorar a partida, que desobedecer voluntariamente a uma ordem ou qualquer comportamento menos correcto que tiver lugar na partida, mas só o Juiz-Árbitro poderá desclassificar um nadador por tal demora, desobediência voluntária ou comportamento incorrecto.
(Tal desclassificação não será contada como falsa partida.)

INTERPRETAÇÃO: Há 4 anos que esta frase já não tinha aplicação, isto é, desde que passou a haver uma só partida.

SW 2.7 JUIZ DE ESTILOS

SW 2.7.2 Cada Juiz de Estilos assegurará que as regras relativas ao estilo a ser nadado em determinada prova são respeitadas e observará as viragens e as chegadas em colaboração com os Juízes de Viragens.

INTERPRETAÇÃO: Nas nossas provas esta já era a prática corrente, apenas se reforça que os Juízes de Estilos devem cumpri-la sempre.


SW 6 COSTAS

SW 6.1 Antes do sinal de partida, os nadadores deverão alinhar dentro de água face aos blocos de partida, com ambas as mãos nas pegas dos mesmos. É proibido apoiar os pés sobre a caleira ou curvar os dedos dos pés na sua borda. (Os pés, incluindo os dedos, devem estar abaixo da superfície da água )

INTERPRETAÇÃO: Agora o Juiz de Partidas e o Juiz-Árbitro só têm que se preocupar com os pés nas piscinas com caleira ou bordas baixas. Os juízes de cais já não precisam de ir ver os pés.


SW 6.4 Durante a viragem, os ombros poderão rodar para além da vertical para bruços, após o que um movimento contínuo de um braço, ou um movimento contínuo e simultâneo dos dois braços pode ser utilizado para iniciar a viragem. ( Uma vez que o corpo tenha perdido a posição de costas, não poderá haver nenhum movimento de pernas ou braços, que seja independente do movimento contínuo da viragem. ) O nadador terá que retomar a posição de costas logo que deixe a parede. Durante a viragem, o nadador deverá tocar a parede com qualquer parte do corpo.

INTERPRETAÇÃO: O desaparecimento da obrigação dos movimentos de braços e pernas serem parte do movimento contínuo de viragem, significa que o nadador, ao perder a posição de costas, só poderá fazer um movimento contínuo de um braço, ou um movimento contínuo e simultâneo dos dois braços para iniciar a viragem, e sem limite nos movimentos de pernas.
Portanto, devemos unicamente controlar os movimentos dos braços desde que o nadador perde a posição de costas.


SW 6.5 Ao terminar a prova, o nadador deve tocar a parede na posição de costas. ( O corpo pode estar submerso aquando do toque. )

INTERPRETAÇÃO: Já tínhamos percebido que o nadador pode chegar submerso. Isto é apenas para tornar mais claro o texto que resultou de anteriores alterações.


SW 7 BRUÇOS

SW 7.4 Durante cada ciclo completo, qualquer parte da cabeça do nadador deve romper a superfície da água. Após a partida e após cada viragem, o nadador pode fazer uma braçada completamente para trás até às pernas. A cabeça deve romper a superfície da água antes das mãos se voltarem para dentro na parte mais larga da segunda braçada. Enquanto o nadador está completamente submerso, é permitida uma pernada de golfinho, de cima para baixo, seguida de uma pernada de bruços. Depois disto, todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal sem movimentos alternados.

INTERPRETAÇÂO: A primeira parte já existia e resulta apenas da reorganização das regras de bruços. A "pernada de golfinho", que agora se autoriza, pode efectuar-se depois da partida e de cada viragem, com o corpo totalmente submerso, durante a primeira braçada completamente para trás até às pernas ou na sua finalização e seguida de uma pernada de bruços para entrar no ciclo obrigatório. Mais de uma pernada de golfinho será motivo de desclassificação.


SW 10 A PROVA

SW 10.10 Nas provas de estafetas, a equipa de um nadador cujos pés percam o contacto com o bloco de partidas antes do nadador que o precede tocar na parede será desclassificada. ( salvo se o nadador em falta voltar ao ponto de partida, na parede, não sendo necessário voltar ao bloco de partida.)

INTERPRETAÇÃO: É óbvia!

quarta-feira, novembro 30, 2005

Pernada de mariposa em bruços à luz das novas regras...

Comentário enviado por um anónino:

Muito bem,esteve ao nivel a dar a resposta.Agora tenho uma duvida!...A alteração na regra de bruços,diz que o atleta enquanto bubmerso na partida e nas viragens,pode fazer um batimento de golfinho (DE CIMA PARA BAIXO).O meu treinador diz que não podemos levantar os pes para fazer o batimento;ou seja quando vamos no deslize os pes batem para baixo.É isto que eu interpreto,mas já vi alguns atletas a levantar os pes e depois fazer o dito batimento...penso que o que eles estao a fazer é uma pernada mariposa...Para mim,para os meus colegas da natação e para o meu treinador isto é ilegal,mas gostaria de saber qual a vossa opinião como arbitros.

-------------------------------------------------------------------------------------------------

Com o video disponibilizado no bebaagua acho que fica claro o movimento correcto. Desde já o nosso obrigado.

Formatos: Media Player ou Quick Time

Exercicio 5

Um exercicio bastante simples:

Numa prova de 100C, em que existem 3 cronometristas por pista e um juiz de chegadas para a prova, além de todos os restantes elementos da arbitrágem, aconteceu a seguinte situação:

Na pista 6 está um nadador e os seus tempos finais são:
1º Cronometrista - 1:08:61
2º Cronometrista - 1:08:56
3º Cronometrista - 1:08:73
Com qualquer destes tempos o atleta é relegado para o 2º lugar da tabela classificativa, contudo o Juiz de Chegadas afirma que o atleta da pista 6 não chegou em segundo mas sim em primeiro lugar. O atleta que tem o melhor tempo da série e prova, tem o tempo de 1:08:55 e nadou na pista 4, segundo o juiz de chegadas, foi este atleta que chegou em segundo lugar.

O que deve fazer o Juiz Arbitro?
Qual o tempo correcto do atleta da pista 4 e 6?
Qual deverá ser a classificação dos atletas da pista 4 e 6?

No caso de haver só um cronometrista na pista e o seu tempo fosse 1:08:73, qual seria a solução?
Qual a classificação da pista 6?
Qual o tempo real da pista 6?

Cumprimentos
Pedro Godinho

sexta-feira, novembro 25, 2005

Novo email do Blog

Boas,

Não sei se já repararam, mas foi criado um email natacaosemcartao@gmail.com para onde podem contactar-nos pessoalmente!
No entanto, devem-no apenas utilizar se os diversos tópicos não se aplicarem.
Podem também dar-nos ideias para novos tópicos de modo a enriquecer-mos ainda mais este blog..

Cumprimentos